sexta-feira, 24 de julho de 2009
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na dúvida,
ainda queimo noites.
testo chamas.
[sem gritos]
[a quem interessar possa]
aqui
arranho minhas paredes.
desnutridas
tal qual algumas unhas,
não tem uma cor cintilante.
eu sôo simples.
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5 comentários:
Simples e intenso. Bonito poema.
mas haja unhas, não, querida? sempre tocado...
Seus poemas são sempre curvas de sutilezas, ondulações sensíveis que graduam formas na alma. Muito bonito esse simples que arranha soando cintilâncias, rutilações. :)
Nada simples. Lindo.
E eu cheguei por aqui, tocado pelo seu comentário, lá no meu blog. E vou voltar todos os dias.
Beijos do Roberto Kenard
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